Tratamento

Tratamento (7)

F.U.E.- Follicular Unit Extraction

F.U.E. follicular unit extraction
Uma das mais recentes técnicas de Transplante Capilar é a F.U.E., descrita em 2003.
A técnica usa um instrumento chamado punch, que varia de 0,8 a 1 mm, e faz uma incisão no couro cabeludo, retirando unidade por unidade de cabelo em vez de tufos. Cada unidade folicular é extraída com todos os outros elementos que compõem a unidade anatômica, assegurando, assim, a perfeita transferência e maximização do crescimento. O cirurgião seleciona o material com instrumentos de precisão, uma equipe auxiliar examina e trata cada unidade e, após esse processo, os fios são transplantados.



A FUE é indicada:
Para qualquer caso de transplante capilar, mas existem situações nas quais a técnica é mais precisamente indicada. Por exemplo, pacientes que não aceitam incisões no couro cabeludo, pois utilizam o corte de cabelo muito curto, e nos casos em que, por cirurgias anteriores, o paciente não possui mais elasticidade no couro cabeludo. Pela sua precisão, pode ser usado em áreas doadoras exaustas ou para tirar pelos mais finos da região da nuca para área das sobrancelhas.

A maior desvantagem:
 É com relação ao rendimento, pois o número de fios é menor quando comparado com a retirada da faixa de couro cabeludo. O preço do tratamento também é elevado. O FUE exige equipamento adequado e equipe especializada, além de um cirurgião gabaritado. O tempo do procedimento chega a ser três vezes maior do que de outras técnicas. Como o material coletado tende a ser menor, isso dificulta o tratamento em áreas vastas.
Tudo isso envolve custos e a transparência entre paciente e cirurgião é essencial para os bons resultados de acordo com as expectativas. Somente um profissional de boa formação e ético pode dar certeza na indicação da FUE para a recuperação da calvície.
 
 
Leia mais ...

Transplante Folicular com Fio Longo

Dr. Ricardo Lemos
A mais refinada técnica de restauração capilar é o transplante folicular com fio longo, uma sutil modificação da tática cirúrgica, porém, com profundo impacto no procedimento. O dr. Marcelo Pitchon idealizou a cirurgia com Fio longo, denominada por ele Preview Long Hair, em 2004 e, com a evolução da técnica, ganhou prêmio no congresso da International Society of Hair Restoration Surgery, em 2006, realizado em San Diego, Califórnia.

Embora muito mais difícil de ser executada, a possibilidade de visualização imediata do resultado parcial, durante o ato cirúrgico, permite o melhor aproveitamento da área doadora e uma distribuição mais lógica da densidade capilar, sendo essa uma vantagem considerável. 
Especialista em Transplante Folicular com Fio Longo
Os fios utilizados, com 4 a 10 cm, permitem também ao cirurgião obter uma angulação mais precisa e um posicionamento correto de sua curvatura, de acordo com os fios remanescentes da área calva.

O paciente recebe alta sem nenhum curativo e o impacto positivo da primeira olhada no espelho é imediato. Ele consegue visualizar prévia e temporariamente o resultado, muito próximo de como ficará seu cabelo no final do tratamento, se o crescimento for adequado. Na técnica folicular tradicional, com fio curto ou raspado, o aspecto no pós-operatório ainda denuncia a área calva com milhares de crostas.
Dr. Ricardo Lemos foi o primeiro seguidor da técnica e passou a realizar 100% das suas cirurgias com Fio Longo a partir de 2007. Hoje, o Dr. Ricardo Lemos já acumula mais de 1.200 casos operados com a técnica desde 2007.



O transplante Folicular com Fio Longo é uma novidade de grande valor estético para o paciente. A técnica é uma variante tática muito útil da técnica Folicular Clássica. A possibilidade de implantação dos fios longos (4-10 cm), com angulação e curvatura precisas, semelhantes aos fios remanescentes da área calva, eleva a arte do procedimento a patamares sem precedentes.

A densidade de satisfação, segundo o Dr. Pitchon, é a quantidade mínima de fios por cm², necessária para produzir uma cobertura cosmética satisfatória. Com a visualização prévia e contínua do resultado parcial, durante o ato cirúrgico, fica fácil a percepção dessa densidade de satisfação, permitindo otimização da utilização da área doadora e evitando desperdícios desnecessários.

Quanto maior o comprimento e diâmetro dos fios, maior será o volume alcançado com um número menor de fios no resultado imediato. Somando-se a isso, se a coloração do fio transplantado tem baixo nível de contraste com a cor do couro cabeludo (ex.: cabelos grisalhos), uma ótima cobertura será atingida com um menor número de fios, também. Na técnica Folicular Clássica, com fio curto ou raspado, partimos de padronizações de densidade preestabelecidas, sem ter a possibilidade de acompanhar a construção passo a passo da cobertura satisfatória. Portanto, com o Fio Longo, conseguimos de uma forma geral reconstruir uma área maior, maximizando o uso da área doadora.

Três detalhes devem ser salientados com os pacientes, durante a consulta e no pós-operatório imediato:

1 - A presença de crostas no pós- operatório escurece o couro cabeludo nos primeiros dias, diminuindo o contraste e dando a falsa impressão de maior densidade;
2 - O resultado final será semelhante à visualização imediata apenas se os fios implantados crescerem em sua totalidade.
3 -No entanto, se o paciente associar #tratamento clínico durante a fase de crescimento dos cabelos (pós-operatório), o resultado final poderá ser até mais exuberante.

No entanto, se o paciente associar #tratamento clínico durante a fase de crescimento dos cabelos (pós-operatório), o resultado final poderá ser até mais exuberante. Portanto, mostrar a qualidade de um transplante com Fio Longo imediatamente ao término da cirurgia é uma grande responsabilidade.


O tratamento cirúrgico é o #transplante folicular com Fio Longo, especialidade da Clínica Natural Hair.

Leia mais ...

Técnica Folicular

Dr. Ricardo Lemos
 A técnica folicular é um método de restauração capilar que consiste em transplantar da área doadora (região posterior ou lateral do couro cabeludo) para a área calva apenas unidades foliculares. Sua anatomia é composta de um a quatro fios envoltos por um anel de tecido conjuntivo que os protege, assim como as glândulas sebáceas, que dão oleosidade natural ao couro cabeludo.
É o procedimento padrão ouro. A lógica da sua utilização repousa na anatomia da unidade folicular, fazendo com que a confecção dos enxertos seja determinada pela própria arquitetura natural do couro cabeludo. Nas outras técnicas, a quantidade de fios dos enxertos é determinada pelo seu tamanho.
Tradicionalmente, a ideia de que os enxertos maiores, com ampla quantidade de fios, oferecem maior densidade na área implantada ainda prevalece entre muitos cirurgiões que se dedicam à restauração capilar.
Resultado indiscutivelmente mais natural
 Como os enxertos maiores são confeccionados com um número reduzido de divisões com o bisturi, é lógico pensarmos que o resultado disso é uma perda menor de folículos e daí um número maior de fios, consequentemente, com uma densidade final aumentada. Portanto, a meta a ser alcançada e o desafio da equipe é produzir uma perda mínima de folículos por meio da técnica folicular, que apresenta um resultado indiscutivelmente mais natural. O crescimento dos fios também é mais consistente e a cicatrização, mais rápida.
A cirurgia leva de 4 a 7 horas, é realizada com anestesia local e sedação e tem como base a retirada de uma faixa do couro cabeludo da área doadora e a separação das unidades foliculares com o auxílio de microscópios. As unidades foliculares são mantidas em solução salina a 4 °C ou em plasma do próprio paciente.
A área doadora é fechada, mantendo a continuidade da implantação capilar na região. Enquanto o trabalho de separação das unidades foliculares acontece, micro-orifícios são realizados na região calva e a colocação dos enxertos foliculares se inicia, respeitando a direção e angulação dos fios preexistentes, reproduzindo a distribuição padrão do couro cabeludo na busca da naturalidade máxima.
Quando confeccionamos um enxerto com a união de duas unidades foliculares muito próximas temos o que chamamos de unidade familiar. Este importante conceito foi descrito em 1998 pelo dr. Seager, de Toronto, e, quando se utiliza em áreas específicas, como no “topete” e no centro do couro cabeludo, produz maior densidade e volume, mantendo o aspecto natural.


Vantagens
Redução da distorção dos implantes pela cicatrização inadequada de técnicas mais agressivas (fibrose).
Possibilidade de transplantar mais cabelos com menor quantidade de pele no enxerto.
Manutenção de suporte sanguíneo e de oxigênio para a integração dos enxertos.
Colocação de enxertos muito próximos, assim como um número mais extenso, em apenas uma sessão.
Angulação de implantação e distribuição mais naturais.
 
 
Leia mais ...

Tratamento Clínico

Clínica Natural Hair - Dr. Ricardo Lemos
A calvície (alopecia androgenética) é um fenômeno relativamente comum, estudado há algumas décadas e que requer amplo conhecimento sobre como se origina, desenvolve e os tratamentos existentes. Mesmo que o resultado final almejado seja estético e relacionado com o convívio e bem-estar pessoal, o tratamento da calvície é um procedimento clínico. Por isso, precisa ser realizado por profissional habilitado. O paciente necessita ter conhecimento sobre os tratamentos que pode utilizar, como o laser de baixa densidade e medicações.

 
Medicamentos

A terapia farmacológica para o tratamento da alopecia androgenética requer um entendimento do mecanismo da perda de cabelo. A dihidrotestosterona (DHT) convertida da testosterona por meio da enzima 5-alfa-redutase causa miniaturização dos folículos pilosos, causando cabelos finos, curtos e não pigmentados. Há duas formas para reverter ou inibir a miniaturização da alopecia androgenética. Podemos ter uma substância que estimula diretamente o crescimento do folículo ou que remove a dihidrotestosterona e impulsiona indiretamente o crescimento.
No primeiro caso, temos a solução tópica de minoxidil, usada inicialmente, sistemicamente, para tratamento da hipertensão. A vasodilatação não parece ser o mecanismo de estimulação do crescimento endotelial (VEGF), porém, ativa a prostaglandina endoperoxidase.
O mecanismo de ativação das prostaglandinas envolvidas no crescimento dos cabelos ainda não está claro, porém, esta pode ser uma explicação para a eficiência do minoxidil. O uso do minoxidil a 5% é muito seguro. O efeito colateral mais comum é a irritação do couro cabeludo em 5% dos casos. O seu efeito passa a ser visível a partir de 3 a 4 meses e, se o tratamento é interrompido, a perda de cabelo reaparece.
No segundo caso, temos a finasterida, que é um modulador hormonal que compete com a 5-alfa-redutase, enzima responsável pela transformação da testosterona em dihidrotestosterona. Sendo assim, os níveis baixos de DHT inibem a queda capilar (promovem uma redução maior que 60%). Estudos realizados ao longo de 5 anos mostram que a incidência dos efeitos colaterais de diminuição da libido e disfunção erétil foi de 0,3%. O tratamento consiste em 1 mg de finasterida ingerido diariamente. Podemos utilizar o tratamento clínico isoladamente ou associá-lo ao transplante capilar para melhorar seu resultado ou adiar a necessidade de uma segunda etapa do procedimento.

 
Laser

Ao longo das últimas décadas, o laser de baixa potência vem sendo utilizado no tratamento de processos inflamatórios da pele e em feridas de difícil cicatrização.
A ideia da utilização do laser para o tratamento da calvície nasceu da observação do crescimento e engrossamento de pelos nas áreas de aplicação. Esse fenômeno, chamado de fotobioestimulação, aumenta o metabolismo celular, elevando taxas de divisão celular e síntese proteica, o que acarreta o crescimento dos pelos.
O laser de baixa potência utilizado para o tratamento da queda de cabelos é o DIODO com comprimento de onda de 655 nanômetros (Nm). É um laser frio, que não provoca aquecimento no couro cabeludo e, pela baixa potência, não tem efeito carcinogênico. Desde janeiro de 2007, a FDA liberou o uso do laser de baixa intensidade como tratamento coadjuvante da calvície. Seu uso tem se dado principalmente por meio de escovas a laser com três aplicações semanais de 15 minutos.
 
O tratamento cirúrgico é o #transplante folicular com fio longo, especialidade da Clínica Natural Hair.

Leia mais ...

Calvície Feminina

Dr. Ricardo Lemos
A calvície feminina é mais comum do que se pensa. Mulheres também possuem hormônio masculino, em menor quantidade, e apresentam predisposição genética para a queda dos cabelos. Aproximadamente 25% delas entre 25 e 40 anos e 50% acima dos 40 apresentam o problema em algum grau. Somente 20% dos casos têm relação com o histórico familiar.
Nas mulheres, a calvície (alopécia androgenética feminina ou padrão feminino da perda de cabelos) ocorre de forma difusa. A rarefação costuma atacar a parte superior e central do couro cabeludo e as causas estão ligadas a diversos fatores.
Desordem hormonal, interrupção do uso de anticoncepcionais, problemas de pós-parto e períodos peri e pós-menopausa são causas comuns. Há ainda outros fatores desencadeantes. A calvície feminina é diferente da masculina e é preciso compreender seus fatores para definir o tratamento com melhor resultado.
Ao optar por um tratamento para a calvície feminina, o cirurgião deve levar em conta que a testosterona (hormônio masculino que tem relação com a queda dos cabelos) também afeta as mulheres, porém, de forma menos drástica. Elas possuem 3,5 vezes menos hormônio que os homens, mas também sofrem impacto de suas ações, principalmente na região frontal do couro cabeludo.
Transplante Folicular com Fio Longo
Na maioria das vezes, não se detectam aumentos hormonais na corrente sanguínea. O que ocorre é uma sensibilidade dos receptores celulares ao DHT, desencadeando o processo de diminuição do tamanho dos fios (miniaturização) e redução de sua fase de crescimento. 
O diagnóstico correto inclui uma averiguação de fatores que podem ter causado a queda abrupta dos cabelos. Uma disfunção pode ocorrer em caso de anemia ferropriva, dieta alimentar restritiva, doenças da tireoide, alterações hormonais, uso de medicamentos, parto e estados pós-cirúrgicos ou de estresse.
A compreensão do problema dá ao cirurgião a certeza do tratamento, que pode ser cirúrgico, clínico ou uma combinação de ambos. O tratamento clínico pode aliar o uso de loções, suplementos vitamínicos e medicamentos anti-hormônios ao laser de baixa potência, um avanço recente e de resultados surpreendentes.
 
O tratamento cirúrgico é o #transplante folicular com fio longo, especialidade da Clínica Natural Hair.

Leia mais ...

Consulta

Dr. Ricardo Lemos
Depois de estabelecida a causa da perda de cabelo, o médico capacitado poderá propor o melhor tratamento para cada pessoa, adequando suas expectativas com o que a medicina oferece. O planejamento leva em conta fatores como densidade de fios da área doadora, coloração, textura e forma do cabelo, evolução e estado da área calva, histórico familiar, idade do paciente, cirurgias de transplante capilar anteriores, assim como o estilo do penteado.

O bom senso e a experiência do profissional complementam a decisão cirúrgica. Existem decisões sobre a técnica, necessidade de uma segunda cirurgia e resultados finais que devem ser discutidos abertamente entre médico e paciente.

Quando o suprimento sanguíneo e a elasticidade do tecido estão intactos, ou seja, nunca foi feito nenhum outro tipo de transplante capilar no local, os enxertos podem ser colocados facilmente, mais próximos e de forma mais segura, garantindo um prognóstico estético favorável ao paciente. Em áreas já operadas anteriormente, há cicatrizes que podem dificultar um novo procedimento no mesmo local, já que a elasticidade e o suprimento sanguíneo nessas áreas estão alterados.

Com o crescente aprimoramento técnico, aliado as pesquisas clínicas, o número de transplantes de alta densidade vem aumentando nos últimos anos. Sabendo que a média de unidades foliculares/cm2, na raça branca, oscila de 70 a 100 UFs/cm2, e que 50% desse número dá aparência de alta densidade e naturalidade, podemos considerar cirurgias com densidades de 35 a 50 UFs/cm2 como a nossa meta.  

A limitação é a área doadora e a quantidade de fios produzidos. Por exemplo, se estamos tratando uma área calva de 120 cm² e retiramos uma faixa de 30 cm² (ex: 20 x 1,5 cm), com média de 100 UFs/cm², teremos um total de 3000 UFs e, portanto, nunca atingiremos 35/40 UFs/cm² de densidade na área a ser tratada. Precisamos distribuir mais os enxertos para cobrir a área de 120 cm² e indicar uma segunda sessão no futuro, para aumentar a densidade. Como regra geral, principalmente em calvícies maiores, devemos obter a cobertura dos 2/3 anteriores, com boa densidade e naturalidade, em vez de cobrir toda a área com menor densidade. 

Uma segunda sessão pode acontecer com o objetivo do aumento da densidade e do volume dos cabelos. Outro motivo para uma segunda sessão é a progressão da área de calvície. Mesmo nos casos de alta densidade, obtida na primeira cirurgia, podemos no segundo procedimento intercalar enxertos entre os anteriormente colocados, dando mais volume e naturalidade.

Outro ponto importante, dependendo do padrão da calvície, é a reconstrução da linha anterior de implantação capilar. Além de ser a moldura da face, essa tem características próprias que devem ser artisticamente reproduzidas. Em primeiro lugar, ela não é uma linha abrupta, mas uma zona de transição irregular de 1 a 1,5cm de largura, composta por unidades foliculares mais delicadas, em sua maioria contendo apenas 1 fio e com angulações específicas e diferentes. É uma zona que sempre merece atenção e traz refinamentos quando uma segunda sessão é indicada para a obtenção de resultados naturais.

Leia mais ...

Calvície Masculina

Dr. Ricardo Lemos
A calvície masculina (tecnicamente chamada de alopécia androgenética) é o tipo mais comum de perda de cabelo e representa o diagnóstico primário na maioria dos candidatos a um Transplante Capilar. É um inconveniente que afeta, aproximadamente, 20% dos homens na idade de 20 anos, 50% aos 50 anos e 80% aos 80 anos. Diferentemente do que prega a crença popular, a calvície não ocorre por circulação pobre, lavagens frequentes ou uso de chapéus. Ela é uma combinação de hereditariedade, influenciada por múltiplos fatores genéticos, e da ação de um hormônio, a dihidrotestosterona (DHT), sobre as raízes capilares.
Temos uma progressiva e lenta miniaturização do folículo que leva a uma diminuição do comprimento e diâmetro do cabelo. O padrão, a velocidade da queda, o início e o grau da calvície estão relacionados com a hereditariedade, influenciada por múltiplos fatores genéticos, dependentes do nível de DHT circulante. Essa substância é formada na corrente sanguínea por meio da testosterona, mediada pela enzima 5-alfa-redutase, desde o início da puberdade. Os homens da raça branca apresentam uma incidência de calvície quatro vezes maior do que os homens das raças negra e oriental.

Os cabelos que geralmente são afetados pela ação da dihidrotestosterona situam-se nas regiões frontais, topo e coroa. Por isso, as regiões laterais e posteriores do couro cabeludo são chamadas áreas doadoras. Elas são permanentes, não afetadas pela DHT. Inicialmente, os sinais de afinamento dos cabelos são mais frequentes na linha de implantação capilar frontal, havendo um recuo desta, e progressão para os vários tipos e padrões da calvície masculina, como mostra a classificação de Hamilton/Norwood.
Dr. Ricardo Lemos
 
É comum ver os efeitos da calvície androgenética nos jovens, começando no final da puberdade ou no início da segunda década de vida. Quando a perda começa muito cedo, ela pode ser rápida e extensa. Mais comumente, uma perda lenta e progressiva ocorre por 10 a 25 anos. Embora o processo evolua em toda a vida, podemos dizer que, normalmente, a calvície se “estabiliza” em torno dos 45 anos. No entanto, o início pode ocorrer numa pessoa de 50 anos e até mesmo 30% da população masculina calva pode experimentar calvície significante quando alcança os 40 anos.

A perda de cabelos pode ainda ser causada por doenças específicas. Além das causas genéticas, algumas doenças provocam calvície. As mais comuns são dermatite seborreica, doenças da tireoide, infecções graves, dietas rigorosas ou doenças terminais, certas medicações, e outras. Mas, em situações comuns, a queda do cabelo é conhecida e cientificamente analisada.
 
 
Leia mais ...
Assinar este feed RSS

Facebook

Endereço

Contato

Dr. Ricardo Lemos

 Clínica Natural Hair - Dr. Ricardo Lemos

Endereço: Rua Mato Grosso, 306 - conj 1801
 Higienópolis - São Paulo/SP
Telefone: +55 11 2114.6066| 11 3214.0237
E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Top of Page